sábado, 29 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO SÉTIMO DIA !

Neste DÉCIMO SÉTIMO DIA, irei contar uma experiência de Maria em minha vida, e de minha familia !
Ontem, dia 28/11/08, como todos os mêses, uma vez por mês, Nossa Mãe vem nos visitar com o título de Mãe, Rainha e Vencedora, Três Vezes Admirável de Schoenstatt.
Como é gostoso sentir a presença de Maria em meu ser e de minha família !
Quando ELA CHEGA, parece de fato que está vindo alguém, que quer ser presença, quer trazer uma presença, e isso é muito bom, e nos dá a PAZ !
É a MÃE PEREGRINA, que vem dos dizer e trazer uma mensagem de Paz, Amor e nos Abençoar !

Consagração
Ó minha Senhora
e minha Mãe!
Eu me ofereço todo à vós e,
Em prova de minha devoção
para Convosco,
Vos consagro neste
dia meus olhos,
Meus ouvidos,
minha boca,
meu coração,
Inteiramente todo o meu ser.
E porque assim sou Vosso,
Ó incomparável Mãe,
Guardai-me e defendei-me
Como coisa e propriedade vossa.
Amém

Oração da Confiança (por Pe. Kentenich)
Confio em Teu poder,
Em Tua bondade,
Em Ti confio,
Com filialidade.
Confio, cego,
em toda situação,
Mãe, no Teu filho e
em Tua proteção

HINO A MÃE PEREGRINA

Mãe admirável,
ó mãe peregrina,
tua visita aquece e ilumina,
pois trazes contigo teu filho Jesus,
que é vida,
caminho,
verdade,
e luz.
Por nossa judéia,
ó mãe,com carinho,
Tu vens apressada
estás a caminho,
E onde tu chegas,
a paz faz morada,
As portas te abrimos
em cada chegada.
De teu santuário,
tu vens, peregrina,
A graça trazendo,
que lá se origina.
Ao dar-nos abrigo,
transformas pro bem.
Nosso apostolado
abençoas também.
Unida a teu filho,
és co-redentora,
A água é mudada
em vinho de amor,
Também de esperança
e de fé no senhor.
Rezando e vivendo
o santo rosário,
Será nossa casa
também santuário.
Oh fica conosco,
haja o que houver,
Faremos contigo
o que cristo disser.
E assim,
mãe querida,
doce peregrina,
Rumamos ao tempo
que se descortina.
Vivendo a aliança,
teu santo convênio,
Será para cristo
o novo milênio.

Composição Pe. Antonio Maria

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO SEXTO DIA !

Neste DÉCIMO SEXTO DIA, venho suplicas a Nossa Mãe, que venha nos dar JESUS seu FILHO e Nosso Senhor.
"Fazei tudo o que ELE vos Disser"...

Festa de casamento em Caná da Galileia

João 2:1/11
É esta a passagem seguinte, por ordem cronológica, em que temos uma referência a Maria. O evangelista João, que considero o mais importante sob o aspecto de teologia, não se preocupa muito em descrever os milagres de Jesus, mas este ficou registado no seu evangelho afirmando no versículo 11 que foi o primeiro dos sinais de Jesus, realizado em Caná da Galileia, que ficava a cerca de 14 quilómetros da Nazaré.
Temos aqui alguns pormenores que considero estranhos.
Logo no primeiro versículo temos a informação de que a mãe de Jesus estava lá, e no seguinte versículo, que Jesus foi convidado com os seus discípulos. Não há qualquer referência a José, o que nessa cultura, seria imperdoável se José ainda estivesse vivo. Nesse caso, se José ainda estivesse vivo, bastaria convidar José, que Maria, e todos os seus filhos estariam certamente incluídos no convite para o casamento. Não sabemos que casamento era este, mas se Maria lá estava, e se houve a preocupação de convidar Jesus, penso que seria o casamento de algum dos seus familiares. Parece que Maria se sentia “em sua casa”, a ponto de dar instruções aos criados.
Nessa época, se Jesus já tinha mais de 30 anos, Maria seria certamente uma respeitável anciã de 45 a 50 anos, possivelmente já de cabelos brancos, num país e numa época em que a longevidade era certamente muito menor que nos nossos dias.
Embora o apóstolo João nos diga que esse foi o “princípio dos sinais”, a atitude de Maria ao pedir a intervenção de Jesus, leva-nos a pensar que ela já sabia que Jesus tinha poder para resolver o problema, e a resposta de Jesus vem confirmar que, de certa forma Maria sugeriu que utilizasse os seus poderes sobrenaturais.

Temos depois o versículo 5 “Fazei tudo o que ele vos disser”, o que nos leva a suspeitar de que já houvesse outros milagres antes deste. O livro apócrifo do Novo Testamento que já citámos, “Natividade de Maria”, faz referência a várias manifestações dum poder sobrenatural na infância de Jesus.

Por exemplo em 27:1 cita o caso dos pássaros moldados em barro que Jesus transformou em verdadeiros pássaros, e até o Alcorão no versículo 49 da 3ª surata e no versículo 110 da 5ª surata faz referência a este milagre. Mas na literatura canónica da Bíblia, não há dúvida de que este é o primeiro milagre que é referido.
Maria, que é o personagem que estamos a estudar, manifesta confiança no poder de Jesus, mas ao memo tempo Jesus tem de lhe responder com uma certa frieza, como vemos no versículo 4 “Que queres de mim, mulher?” ou como está em outras traduções “Que há entre mim e ti?”. É verdade que muitos tradutores tentam atenuar a frieza desta resposta, afirmando que era uma frase típica dessa cultura, sem o significado que tem na nossa língua, mas a passagem que iremos ver a seguir parece confirmar um gradual distanciamento entre Jesus e Maria, certamente necessário para que Maria sentisse que Jesus já não era o “seu menino” que lhe estava sujeito. Parece que gradualmente o “menino Jesus”, filho de Maria, dava lugar ao Cristo, Filho de Deus, com uma importante missão a cumprir.
Mas, pelo menos nesta ocasião, Maria foi bem humana e estamos perante um caso típico de todas as mães, para quem o seu filho será sempre o “seu menino”.
Maria aceitou a forma como Jesus lhe respondeu, e manteve humildemente a sua confiança, ao dizer aos criados “Façam tudo que ele lhes disser”.
Essa submissão à decisão de Jesus, não era simplesmente fruto desse contexto cultural, em que toda a autoridade e poder de decisão era do chefe da casa, que (admitindo que José já tinha falecido), seria o próprio Jesus. Penso que Maria já via em Jesus alguém capaz de realizar milagres, possivelmente um dos profetas, ou talvez se lembrasse do anjo Gabriel que lhe disse que o seu próprio filho seria o “Filho do Altíssimo”.


Consagração ao Imaculado Coração de Maria

Virgem Maria,
Mãe de Deus e nossa Mãe,
ao vosso Coração Imaculado nos consagramos,
em ato de entrega total ao Senhor.
Por Vós seremos levados a Cristo.
Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai.
Caminharemos à luz da fé e
faremos tudo para que o mundo creia
que Jesus Cristo é o Enviado do Pai.
Com Ele queremos levar
o Amor e a Salvação até aos confins do mundo.
Sob a proteção do vosso Coração Imaculado
seremos um só povo com Cristo.
Seremos testemunhas da Sua ressurreição.
Por Ele seremos levados ao Pai,
para glória da Santíssima Trindade,
a Quem adoramos, louvamos e bendizemos.
Amem.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO QUINTO DIA !

Hoje, DÉCIMO QUINTO DIA, irei homenagear Nossa Senhora da Medalha Milagrosa ! Neste dia a festa a Mãe de Jesus é grande em várias partes do Mundo.
Na tarde de um sábado, dia 27 de novembro de 1830, véspera do 1º Domingo do Advento, em Paris, na capela das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, a noviça Irmã Catarina Labouré, teve uma visão de Nossa Senhora.

A Virgem Santíssima estava de pé sobre um globo, segurando com as duas mãos um outro globo menor, sobre o qual aparecia uma cruzinha de ouro. Dos dedos das suas mãos, que de repente encheram-se de anéis com pedras preciosas, partiam raios luminosos em todas as direções, num gesto de súplica, Nossa Senhora oferecia o globo ao Senhor.

"A Virgem Santíssima - disse Irmã Catarina - baixou para mim os olhos e me disse no íntimo de meu coração: 'Este globo que vês representa o mundo inteiro (...) e cada pessoa em particular... Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que as pedem'.

Desapareceu, então, o globo que tinha nas mãos e, como se estas não pudessem já com o peso das graças, inclinaram-se para a terra em atitude amorosa. Formou-se em volta da Santíssima Virgem um quadro oval, no qual em letras de ouro se liam estas palavras que cercavam a mesma Senhora:

Ó MARIA CONCEBIDA SEM PECADO, ROGAI POR NÓS QUE RECORREMOS A VÓS.

Ouvi, então, uma voz que me dizia: "Faça cunhar uma medalha por este modelo; todas as pessoas que a trouxerem receberão grandes graças, sobretudo se a trouxerem no pescoço; as graças serão abundantes, especialmente para aqueles que a usarem com confiança".


Então o quadro se virou, e no verso apareceu a letra M, monograma de Maria, com uma cruz em cima, tendo um terço na base; por baixo do M, os dois Corações, de Jesus e de Maria; o de Jesus, com uma coroa de espinhos e o de Maria atravessado por uma espada; contornava o quadro uma coroa de doze estrelas.
Irmã Catarina disse ainda que a Santíssima Virgem calcava aos pés uma serpente, alusão clara à palavra de Deus a Eva, depois do pecado: "Porei inimizade entre ti e a Mulher, entre a tua descendência e a dela. Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gn 3,15)
A mesma visão se repetiu várias vezes, sobre o sacrário do altar-mor; ali aparecia Nossa Senhora, sempre com as mãos cheias de graças, estendidas para a terra, e a invocação já referida a envolvê-la.
O Arcebispo de Paris, Dom Quelen, autorizou a cunhagem da medalha e instaurou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da medalha, a que a piedade do povo deu o nome de "Medalha Milagrosa", ou "Medalha de Nossa Senhora das Graças". A conclusão do inquérito foi a seguinte: "A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e graças singulares obtidos, parecem sinais do céu que confirmam a realidade das aparições, a verdade das narrativas da vidente e a difusão da Medalha". A primeira medalha foi entregue à Irmã Catarina. Em 1836, só o gravador já havia cunhado mais de 2 milhões de peças.
Nossa Senhora da Medalha Milagrosa é a mesma Nossa Senhora das Graças, por ter Irmã Catarina ouvido, no princípio da visão, as palavras: "Estes raios são o símbolo das ‘Graças’ que Maria Santíssima alcança para os homens".

Oração

Ó imaculada Virgem
Mãe de Deus e nossa Mãe:
ao contemplar-vos de braços abertos
derramando graças
sobre os que vos pedem cheios de confiançana
Vossa poderosa intercessão
inúmeras vezes manifestada
pela Medalha Milagrosa,
embora reconhecendo a nossa indignidade
por causa de nossas numerosas culpas,
acercarmo-nos de vossos péspara
vos expor durante esta Novenaas
nossas mais prementes necessidades...
(um instante de silêncio)
Concedei-nos, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa,
este favor que, confiantes,vos solicitamos
para major glória de Deus,
engrandecimento do Vosso Nome,
e bem de nossas almas,
e para melhor servirmos
ao Vosso divino Filho,
inspirai-nos um profundo ódio ao pecado
e dai-nos a coragem
de nos afirmar sempre verdadeiros cristãos. Amém.

Ave Maria, cheia de graça ...Ave Maria, cheia de graça ...Ave Maria, cheia de graça ...
Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO QUARTO DIA !

Neste DÉCIMO QUARTO DIA, eu me consagrarei a Nossa Senhora, confiante na sua poderosa intercessão diante de Seu Filho e Nosso Senhor: JESUS CRISTO !

CONSAGRAÇÃO A SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA !

Eu te escolho hoje, ó Maria,
na presença de toda a corte celeste,
por minha Mãe e minha Rainha.
Eu te entrego e consagro,
com toda submissão e amor,
meu corpo e minha alma,
meus bens interiores e exteriores,
e, também, o valor de minhas boas ações passadas,
presentes e futuras.
Concedo-te inteiro e
pleno direito de dispor de
mim e de tudo o que me pertence,
sem exceção,
segundo tua boa vontade,
para maior glória de Deus.
Amém .

terça-feira, 25 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO TERCEIRO DIA !

Oh! Maria Mãe de Jesus, Neste DÉCIMO TERCEIRO DIA, quero suplicar aos teus pés, que meu coração possa se conformar com o atendimento ou não de minhas preces ! Eu preciso confiar na vontade de Deus ! Vinde e fazei-me como você, Mãe, cumpridora da vontade de Deus.
VINDE, MÃE CONSOLADORA DOS AFLITOS !

ROGAI POR NÓS, QUE RECORREMOS A VÓS !


O PODER DE MARIA !

Mesmo que Satã tenha seduzido Eva, arrastando Adão, a seguir, Deus nos deu, não somente o Redentor que, por meio da sua morte, venceu a morte, mas, igualmente, a Mulher, a Mãe de Deus, Maria, sempre Virgem, a que esmagou, nela mesma e em todo o gênero humano, a cabeça da serpente. Deus nos deu uma incansável advogada junto a seu Filho e nosso Deus, uma pleiteante invencível para os mais empedernidos pecadores. É por isso que ela é chamada "O Terror dos demônios", pois é impossível ao demônio, derrotar um homem, enquanto este estiver recorrendo à ajuda da Theotokos (Mãe de Deus).


Maria conduz as almas a Jesus
“Meus filhos, não tendes necessidade de ouvir aquela que cooperou com Jesus na vossa redenção? Eu sou Maria e vós sois Meus filhos, dados quando o Meu Filho expirava na Cruz.
Vós que perdeis tanto tempo em conversas inúteis, vinde Me ouvir! Minha linguagem é agradável, falo coisas tão lindas. Eu só sei falar do Paraíso com suas alegrias e do que lá há de mais precioso: Jesus o Meu Filho!
Vós que desejais a felicidade e que tanto correis atrás dela, vinde a Mim! Aos Meus pés, entregai-vos a Mim com confiança filial, lembrando que sou a Mãe da Divina Misericórdia e Eu vos darei a felicidade que é Jesus.
Eu desejo muito que todos sejam santos! Como ninguém pode ser santo por sua própria virtude, todos precisam dos socorros celestes e Eu sou a dona dos tesouros do Céu. Sendo a tesoureira de Jesus, dou o que Me pedirem: a mansidão, a pureza, a humildade, a generosidade, tudo o que é necessário para ser santo!
Sabeis o que quer dizer ser santo? É ser amigo de Jesus, que tanto vos ama; é amar a Jesus estar na presença dEle depois desta vida cheia de ilusões! A vossa pátria é o Céu, eis o que digo aos que ainda se deixam iludir pelas seduções do mundo. Não vos enganeis: pobres e infelizes os que esperam alguma coisa desta vida, pois terão decepção na hora da morte! Prefiram a alegria eterna e a felicidade sem fim.
Meus queridos! Eu desejo ajudar a todos, principalmente os pobres pecadores, que estão longe dos caminhos de Jesus. Abandonai o passado e as vossas paixões pois a verdadeira alegria só a encontrareis na amizade de Meu Filho, que para a sua própria felicidade não precisa de vós.
É por amor que vos falo e por vossa felicidade eterna tanto chorei! Não quereis aproveitar de Minhas Lágrimas benditas? Vede, filhinhos, que tantas lágrimas Me custastes!
Vossa Mãe que vos abençoa com todo o amor.”
(04/04/1931)

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO SEGUNDO DIA !

Oh ! Maria Concebida sem pecado, Rogai por nós que recorremos a Vós ! Neste DÉCIMO SEGUNDO DIA, estou aquí diante de Maria e Jesus, e suplicando, humildemente peço que seja feita a Vontade de Deus, mas também, que em tudo, possa Amá-lo e Serví-lo...

“Virgem Maria”, ou “Santa Maria”, são títulos possíveis para este artigo, títulos tão divulgados no mundo católico, para designar Maria a mãe de Jesus. Tanto podia ser Maria ou Miriam, pois o nome grego Maria, corresponde a “Miryâm” em hebraico que deu Miriam na nossa língua. Como os seus familiares falavam aramaico, é natural que o nome pronunciado na sua língua materna, fosse mais parecido com Miriam do que Maria.
Só no Novo Testamento, há várias mulheres com o nome de Maria, desde Maria Madalena, Maria irmã de Marta, Maria mãe de Marcos e ainda outras que aparecem só uma vez. Mas neste artigo, sempre que falar em Maria, refiro-me à mulher escolhida para ser a mãe de Jesus, no qual incarnou o próprio Filho de Deus, no mundo em que vivemos.
Estive há dias em Fátima, o principal Santuário mariano em Portugal, bem conhecido em todo o mundo, que fica a cerca de 40 quilómetros de minha casa, e onde aliás, sempre fui bem recebido quando me identifico como protestante. No entanto, como já é do conhecimento dos habituais visitantes da minha página, não sou católico nem estou ligado a nenhuma igreja evangélica. O principal motivo que me levou a Fátima, foi procurar nas suas livrarias, alguma literatura que me ajudasse a investigar a pessoa de Maria. Afinal, encontrei muita literatura sobre Maria, mas quase nada com fundamento bíblico.
Neste estudo, embora privilegiando os textos bíblicos canónicos, faremos algumas referências às informações disponíveis nos apócrifos do Novo Testamento, assim como no Alcorão, que aliás, dá um grande destaque a Maria, que aparece em 30 referências, apresentando até a descrição do nascimento de Maria e nomes dos seus pais. Mas se Maomé viveu entre 520 a 632 da era cristã, tais informações só terão credibilidade admitindo que foram revelações divinas. É evidente que a aceitação dessas informações, que não constam dos textos canónicos neotestamentários, ficará ao critério do leitor.
Os teólogos católicos embora muito falem de Maria, geralmente perdem-se nas histórias das aparições e na sua teologia, sem grandes preocupações em investigar quem foi a verdadeira Maria das origens, a Maria que aparece nos evangelhos, enquanto o protestantismo pouco ou nada nos diz sobre Maria. Noto da parte das igrejas evangélicas ou protestantes um certo receio em abordar a pessoa de Maria. É muito vulgar nas escolas dominicais, o estudo dos vários personagens bíblicos, desde os apóstolos aos vários reis de Israel, mas é muito raro um estudo sobre Maria que sofre uma certa discriminação da parte dos evangélicos. Na própria Bíblia, há muito mais informação sobre os apóstolos, nomeadamente sobre Paulo ou Pedro do que sobre Maria. É por isso que até pensei em dar a este estudo, em que pretendo meditar em Maria com fundamento bíblico, o título de “Maria a desconhecida”, desconhecida pelos evangélicos e desconhecida pelos católicos.
Temos três ocasiões em que Maria se pode considerar o personagem principal da descrição bíblica: No anúncio do nascimento de Cristo, na visita à sua familiar Isabel, e de certa maneira na festa de casamento em Caná da Galileia.
Em toda a Bíblia, não há registo de milagres de Maria.
A verdadeira Maria tem de ser compreendida, não com a mentalidade dos católicos e muito menos com a mentalidade dos evangélicos ou protestantes, mas na cultura dos judeus que viveram há dois mil anos.
Este não é, ou pelo menos não pretende ser, um estudo sobre os habituais debates teológicos, se estará correcto o título de “Maria, Mãe de Deus” ou se Maria teve mais filhos além de Jesus… O que pretendo é saber como era a verdadeira Maria. Para isso, temos de nos integrar na sua cultura, temos de nos tornar como judeus do primeiro século para podermos compreender Maria no seu contexto histórico e cultural, antes de toda esta polémica sobre a sua pessoa, se levantar.
Devo dizer, nesta introdução, que este estudo poderá ser um tanto chocante, para quem não esteja familiarizado com o estudo e investigação bíblica, nomeadamente com a leitura de certas passagens da velha Lei de Moisés. Mas é nossa intenção investigar a pessoa de Maria na realidade em que ela viveu.

domingo, 23 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO PRIMEIRO DIA !

Neste DÉCIMO PRIMEIRO DIA, a Igreja Celebra a Festa de JESUS CRISTO REI ! Salve Jesus Cristo Rei do Universo, Meu Senhor e Meu Deus.
Quando fetejo Jesus, também posso festejar a Mãe do Rei Jesus: Nossa Senhora, Mãe de Deus Nossa Mãe !

"Deus amou o mundo de tal modo, que lhe deu Seu Filho Único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por Ele. Quem Nele crê não é condenado." (João 3, 16-18)
Nosso Senhor Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem, se encarnou no Ventre Imaculado da Santíssima Virgem por obra do Espírito Santo, e se entregou livremente para pagar pelos nossos pecados na cruz. É ele quem, por meio da Sua Paixão, Morte e Ressurreição, nos dá a vida eterna.
No Ventre Imaculado da Santíssima Virgem acontece o Mistério da Encarnação. São Luis Maria Montfort fala da Mãe de Deus dizendo que "por Ela Jesus Cristo vem a nós, e por Ela devemos ir a Ele." (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, 85)

sábado, 22 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - DÉCIMO DIA !

Neste DÉCIMO dia, quero fazer uma SÚPLICA à Mãe de Deus:
Óh ! Maria, minha boa mãe, livrai-me do pecado mortal durante este dia, pelo poder que vos concedeu o eterno Pai!
Óh ! Maria, minha boa mãe, livrai-me do pecado mortal durante este dia, pela sabedoria que vos concedeu o Filho.
Óh ! Maria, minha boa mãe, livrai-me do pecado mortal durante este dia, pelo amor que vos concedeu o Espírito Santo.



CUIDA DE MIM, ÓH! MARIA !

Santa Maria,
Quanta alegria
Só de pensar
Que estás orando comigo!
Lá, onde moram os anjos
Lá onde os santos estão
Santos e anjos e arcanjos
Na mais perfeita oração
Eu te imagino, Maria
Perto do Sol que é Jesus
A suplicar por teus filhos
Vergando ao peso da cruz
Santa Maria
Quanta alegria
Só de pensar
Que estás orando comigo!
É que o teu brilho
Vem do teu filho
Ó mãe exemplar!
Que o Senhor é contigo!
Por isso, eu digo
Todos os dias
Ave Maria!
Cuida dos meus pensamentos!
Ora comigo, ó Maria,
Cuida dos meus sentimentos!
Pe. Zezinho

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - NONO DIA !

Hoje, NONO dia, VOU FAZER MINHA REFLEXÃO SOBRE A FESTA QUE A IGREJA CELEBRA : apresentação de nossa senhora no templo.
Há preciosas lições para a vida quotidiana, proporcionadas por essa comemoração: como enfrentar os sofrimentos, cumprir as obrigações para com Deus e a necessidade de recorrer à Auxiliadora dos Cristãos...

A Apresentação é a festa estabelecida pela Santa Igreja para consagrar a memória de um solene acontecimento na vida de Maria Santíssima, sendo Ela ainda criança.
Uma tradição constante, cuja origem remonta aos primeiros tempos do Cristianismo, nos informa que a Virgem Santíssima, aos três anos de idade, foi apresentada ao Templo de Jerusalém, onde se consagrou em corpo e alma ao Senhor .(1).
O Oriente foi o primeiro a celebrar tal festa, como atesta um tópico da constituição do Imperador Manuel Commeno, em 1143. Dois séculos mais tarde tal comemoração passou ao Ocidente. O Papa Gregório XI introduziu-a no calendário romano, por volta de 1373.
A festa da Apresentação da Bem-aventurada Virgem Maria no Templo, além de celebrar esse episódio da vida de Nossa Senhora, visa recordar também todo o período que vai desde seu nascimento até a Anunciação do Anjo. Ao celebrá-la, a Igreja visa iluminar, tanto quanto possível, o silêncio existente na Sagrada Escritura a propósito do primeiro período da vida de Maria Santíssima.

Dotada da plenitude de suas faculdades, Nossa Senhora fez a Deus voto de castidade, tendo sido a primeira a portar esse sagrado estandarte, sob o qual se alistaram depois legiões de virgens.
Os judeus costumavam consagrar seus filhos ao serviço do Templo e fazer educar as meninas à sombra tutelar do sagrado edifício.
Tendo sabido Maria que seu pai e sua mãe -- Joaquim e Ana, cujos nomes significam respectivamente preparação do Senhor e graça -- fiéis a tão venerável costume, haviam prometido ao Senhor, ao pedir-Lhe um filho, que Lho ofereceriam, adiantou-se ao seu desejo e quis Ela mesma consagrar-se ao Senhor. E foi a primeira a lhes suplicar que cumprissem sua promessa. "Ana não vacilou, afirma São Gregório de Nissa, em aceder ao seu desejo; levou-A ao Templo, e A ofereceu ao Senhor".
Legiões de Anjos acompanham Maria Santíssima de Nazaré a Jerusalém
Vejamos como Ana e Joaquim fizeram a Deus o oferecimento d’Aquela que mais amavam no mundo. Saíram de Nazaré para Jerusalém, levando nos braços sua querida filha, que era muita pequena para enfrentar as fadigas de uma viagem de trinta léguas.
Associou-se a eles um reduzido número de parentes. "Porém os Anjos, diz São Gregório de Nicomédia, seguiam-nos e acompanhavam em numerosa coorte à terna e pura Virgem, que ia oferecer-se no altar do Senhor".
Quando os santos viajantes chegaram ao Templo, Maria Santíssima voltou-se para seu pai e sua mãe, osculou suas mãos, pediu-lhes a bênção e, sem vacilar um instante, subiu ao santuário.
Exemplo para nós: devemos cumprir o dever para com Deus sem delongas e com entusiasmo, recordando-nos daquela frase da Escritura: "Maldito o que faz a obra do Senhor com negligência" (Jer. 48, 10).
O próprio Deus celebrou aquele dia memorável em que viu entrar no Templo sua casta Esposa, porque nunca se havia apresentado uma criatura tão pura e tão santa (2).
Modelo de filha, esposa, mãe, viúva e sobretudo de virgem
Maria Santíssima apresenta-se sempre como modelo de mulher cristã.
Como filha, ensina o meio de conservar seu mais belo ornato: a inocência.
Como esposa, obedece, ora, trabalha e cala. José decide e Maria parte para Belém, para o Egito, para Nazaré, para Jerusalém. Mansidão, obediência, trabalho, oração e silêncio, eis os exemplos que dá.
Como mãe, Maria ensina à mulher o meio de cumprir o mais sagrado de seus deveres, zelando por seu Filho desde o Presépio até a Cruz. Que as mães católicas nunca abandonem a educação dos que farão sua felicidade ou sua desgraça.
Ainda como mãe, Nossa Senhora ensina à mulher como deve sofrer. Ela ofereceu seu Filho a Deus, consentindo de antemão nos tormentos do Calvário e em presenciar, ao pé da Cruz, a agonia de Jesus. As mães católicas têm em Maria Santíssima o modelo de como devem aceitar os sofrimentos que a Providência consente em lhes mandar, na sua condição de mães: com mansidão, em silêncio, e oferecendo-os continuamente a Deus.
Como viúva, Maria ensina o grande segredo da vida recolhida: as virtudes domésticas, os salutares conselhos, as orações mais longas e as boas obras, tanto mais meritórias ante Deus quanto feitas com mais amor e mais ocultas à vista humana. Eis o exemplo que a Virgem Santíssima proporciona às senhoras que são viúvas.
Porém, pairando acima das condições anteriores, concomitante com todas elas, está sua condição de virgem, imaculada desde a Sua concepção. E não é por acaso que na Ladainha Lauretana a invocação Sancta Virgo Virginum vem logo após a invocação Sancta Dei Genitrix, como a dizer que não poderia ser Mãe de Deus quem não fosse a Virgem das Virgens.
Foi a virgindade de Maria Santíssima que suscitou a vocação em milhões de moças, em toda a história da Igreja, para se oferecerem a Deus como virgens, formando inúmeras congregações e ordens religiosas, para orar, trabalhar, lutar e sofrer enquanto virgens. E quantas não houve, que para defender sua virgindade, não hesitaram em sofrer o martírio! A graça e a fortaleza para praticar tal heroísmo lhes vinha da sublime virgindade da Mãe de Deus.
Culto a Maria Santíssima favorecido, com milagres, por Deus
O culto a Nossa Senhora irradia na sociedade certo encanto e graça indefiníveis que dilatam o coração.
Com efeito, a mais doce, amável e pura das Virgens, designada também como sendo "terrível como um exército em ordem de batalha" e que esmaga a cabeça da serpente infernal, forma seus verdadeiros devotos à sua semelhança.
Assim são eles capazes das preces mais doces, mais filiais e mais ardorosas a Maria Santíssima; porém, ao mesmo tempo, são de uma firmeza inabalável nos princípios e uma combatividade incansável. Por exemplo, um São Bernardo -- o Doutor Melífluo --, grande pregador das Cruzadas.
Tanto nas atribulações quanto nas alegrias, devemos louvar Aquela que o Divino Redentor nos deu como Mãe, não A perdendo de vista um só instante.
Para isso foram compostos os hinos, cânticos e ladainhas em que se prodigalizam a Maria os mais belos títulos. E também executaram-se milhares de obras de arte inspiradas pelo culto da Rainha dos Anjos, da Mãe de Deus e dos homens.
Percorramos, por exemplo, a Europa inteira. Detenhamo-nos ante as magníficas catedrais e perguntemos o que, de modo especial, as fez brotar do solo com seus maravilhosos vitrais e imponentes torres. Levantar-se-á, então, uma voz das pedras, da tradição e dos anais dos povos para nos responder: o culto a Maria! Sim, foi esse culto que adornou o mundo católico com tantas belas igrejas, imponentes catedrais, suntuosas abadias, austeros conventos, recolhidos mosteiros, graciosas capelas e acolhedores hospitais.
De seu lado, o próprio Deus teve o cuidado de justificar, autorizar e incentivar o culto a Maria com grandes milagres e feitos prodigiosos. Estes últimos são tantos que seria longa tarefa querer enumerá-los todos aqui. Limitamo-nos a mencionar apenas dois.
Um deles foi a vitória obtida pelos católicos comandados pelo rei João Sobieski, da Polônia, para libertar Viena, que se encontrava sitiada pelos maometanos (1683). Tal vitória deu origem à festa em honra do Santíssimo Nome de Maria (vide epígrafe Destaque da presente edição).
Também a célebre batalha de Lepanto constituiu uma prova magnífica da proteção da Mãe de Deus em favor dos que A invocam confiantemente.
Encontrava-se a Cristandade seriamente ameaçada pelo avanço muçulmano. A situação chegou a um ponto crítico e as forças católicas -- em menor número do que os muçulmanos -- enfrentaram os inimigos da Santa Igreja, no histórico dia 7 de outubro de 1571, no golfo que deu origem ao nome daquela famosa batalha.
O Papa da época, o grande São Pio V, recebeu, por uma intervenção sobrenatural, a revelação da vitória no mesmo instante em que esta foi alcançada. O Santo Padre estava tão persuadido de que o triunfo de Lepanto fora obtido mediante a proteção particular da Virgem Santíssima, que instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória, a qual seu sucessor Gregório XIII fixou no dia 7 de outubro, sob o título de festa do Santíssimo Rosário da Bem-aventurada Virgem Maria.
Pelo mesmo motivo, São Pio V acrescentou na Ladainha Lauretana a invocação Auxilium Christianorum, ora pro nobis. Auxílio dos Cristãos, rogai por nós! Esta jaculatória, sobretudo em nossos conturbados dias, deve vir freqüentemente aos nossos lábios. E assim como a Auxiliadora dos Cristãos não deixou de atender aos católicos em Lepanto, igualmente Ela não negará seu poderoso auxílio a cada um de seus autênticos devotos! (3)
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Notas:
1) Cfr. escritos São Gregório de Nissa, São João Damasceno, Santo André de Creta e São Gregório de Nicomédia -- veja Bento XIV, p. 532, e Canísio, lib. I, cap. 12, apud Catecismo de Perseverancia citado na nota 3.
2) Bernardin. de Busto, Marian. p. 4, serm. I.
3) O presente artigo foi escrito com base nos comentários do conceituado autor francês do século passado Mons. J. Gaume, em sua obra Catecismo de Perseverancia, tomo VIII, Librería Religiosa, Barcelona, 1857. Também foram utilizados como fonte de referência o Nuovo Dizionario di Mariologia (preparado sob os cuidados de Stefano de Flores e Salvatore Meo, Edizioni San Paolo, Turim, 4ª ed., 1996) e a obra Physionomies de Saints, de Ernest Hello (Perrin, Paris, 1900).


ORAÇÃO À NOSSA SENHORA

Oh ! Mãe de Deus, Nossa Mãe,
Virgem Maria,
escolhida por Deus para ser Nossa Mãe
e exemplo de vida e de fé!
Vinde e ajudai-nos a buscar viver como for da vontade de Deus !
Ajudai-nos a sermos fieis à vontade de Deus, como vós fostes !
Ajudai-nos a sermos dóceis aos apelos de Deus, como o fizestes !
Vinde e auxiliai-nos no cumprimento da vontade de Deus, e
Vinde protegei-nos, defendei-nos, auxiliai-nos,
Amém.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

30 DIAS REZANDO O TERÇO ! OH ! MARIA, VALEI-ME ! - OITAVO DIA !

São Josemaria, tratava a Virgem Maria realmente como a sua mãe. Deixou-nos escrito:
Como se comporta um filho ou uma filha normal com a sua mãe?

De mil maneiras, mas sempre com carinho e confiança.Com um carinho que em cada caso fluirá por condutos nascidos da própria vida, e que nunca são uma coisa fria, mas costumes de lar, pequenos detalhes diários que o filho precisa ter com sua mãe e de que sua mãe sente falta se alguma vez o filho os esquece: um beijo ou uma carícia ao sair de casa e ao voltar, uma pequena delicadeza, umas palavras expressivas..."(É Cristo que passa, n. 142)
E tinha realmente detalhes de afeto, como se observa nas suas palavras:
Tinha eu uma imagem da Virgem, que os comunistas me roubaram durante a guerra de Espanha, e a que chamava a Virgem dos beijos. Não saía nem entrava nunca, na primeira Residência que tivemos, sem ir ao quarto de trabalho do Diretor, onde estava aquela imagem, para beijá-la. Penso que não o fiz nunca maquinalmente: era um beijo humano, de um filho que tinha medo... Mas disse tantas vezes que não tenho medo de ninguém, nem de nada, que não vamos dizer medo. Era um beijo de filho que estava preocupado com a sua excessiva juventude, e que ia buscar em Nossa Senhora toda a ternura do seu carinho. Toda a fortaleza de que necessitava, ia eu buscá-la em Deus através da Virgem.
São Josemaria rezava as três partes do Rosário diariamente.(Embora tenha estabelecido para os fiéis do Opus Dei o costume de rezar pelo menos um terço e contemplar os outros mistérios do Rosário).

Neste OITAVO dia, eu estou a fazer uma oração à Mãe de Deus, Nossa Mãe Maria Santíssima !

Oh ! Maria, minha boa mãe, quando eu peço à minha mãe terrena, ela sempre me atende, e me ajuda !
Hoje venho com confiança, pois acredito que a Mãe do Céu, Mãe de Deus, de Jesus, Nossa Mãe, vai me aender em todas as minhas súplicas...


Invocação à Santíssima Virgem

Alma de Maria, santificai-me.
Coração de Maria, inflamai-me.
Mãos de Maria, amparai-me.
Olhos imaculados de Maria, olhai-me.
Lábios de Maria, falai-me.
Dores de Maria, fortalecei-me.
Ó doce Maria, atendei-me.
No coração de Jesus, escondei-me.
Não permitais que, de vós, me afaste.
Dos meus inimigos, defendei-me.
Na hora da morte, chamai-me e levai-me.
Para o meu querido Jesus,
para convosco, o amar e louvar
por todos os séculos dos séculos

Amém!