sábado, 25 de abril de 2009

VINDE ESPIRITO SANTO! EU TE SUPLICO: VINDE COMO EM PENTECOSTES !

Vinde, Espírito Santo, terníssimo Consolador.
Minha alma suspira por Vós,
meu coração tem sede de Vós.
Só Vós podeis saciar os meus anseios,
só Vós podeis fazer-me feliz.
Divino Esposo, não rejeiteis a morada de meu pobre coração. Sim,
V. Meu coração é impuro,
R. Mas podeis purificá-lo.
V. Meu coração é tenebroso,
R. Mas podeis iluminá-lo.
V. Meu coração é mau,
R. Mas podeis saciá-lo de amor.
V. Meu coração é triste,
R. Mas podeis consolá-lo.
V. Meu coração é fraco,
R. Mas podeis fortalecê-lo.
V. Meu coração é frio,
R. Mas podeis abrasá-lo.
V. Meu coração é terreno,
R. Mas podeis enchê-lo de desejos celestiais.
V. Meu coração é pecador,
R. Mas podeis orná-lo de todas as virtudes.
V. Meu coração é inconstante,
R. Mas podeis torná-lo perseverante.
Vinde, pois, ó Espírito Santo,
Pai dos pobres, vinde, inundai-me de Vosso amor!
Oração enviada por: Equipe Ache Oração
Oração ao Divino Espírito Santo(Cardeal Verdier)
Ó Espírito Santo, amor do Pai e do Filho!
Inspirai-me sempre aquilo que devo pensar,
aquilo que devo dizer,
como eu devo dizê-lo,
aquilo que devo calar,
aquilo que devo escrever,
como eu devo agir,
aquilo que devo fazer,
para procurar a Vossa glória,
o bem das almas e minha própria santificação.
Ó Jesus, toda a minha confiança está em Vós.
Ó Maria, Templo do Espírito Santo,
ensinai-nos a sermos fiéis àquele que habita em nosso coração.

AMÉM!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

VINDE ESPIRITO SANTO DE DEUS ! VINDE COMO EM PENTECOSTES ! VINDE LUZ BENDITA !

VINDE SANTO ESPÍRITO DE DEUS!
VINDE SOBRE NOSSAS VIDAS !
VINDE SOBRE AS PESSOAS
COM QUEM VIVEMOS E ESTAMOS !
Poucas vezes atentamos para o fato de que o Espírito Santo de Deus é uma Pessoa, viva, real, uma Pessoa Divina que nos ama e que está ao nosso lado a cada momento, sempre. Quando suplicamos: "Vinde, Espírito Santo", não estamos pedindo simplesmente: "Vinde, ó força de Deus", mas estamos suplicando: "Ó vem, Espírito Santo de Deus, vem sobre mim, porque és Deus, és o puro amor e eu preciso de ti, como pobre criatura que sou!". Precisamos continuamente suplicar a Luz de Deus: "Envia do céu um raio de tua Luz, arranca-me das trevas, as trevas que são o pecado, que é o olhar tanto para mim e tão pouco para ti e para meus irmãos. Faz-me ver a tua luz neles, naqueles que na tua divina providência puseste ao meu lado. Que eu possa contemplar a tua beleza, a tua pureza, a tua santidade naqueles que são criados à tua imagem e semelhança". É tão fácil contemplar os defeitos! Mas para os puros, tudo é puro; e os santos, os que são cheios da Luz do Espírito de Deus, conseguem ver as coisas, o mundo, as pessoas, com os olhos de amor e misericórdia que só pertencem a Deus. Ele é o Pai dos pobres, por isso podemos suplicar: "Vinde a mim, que sou pobre". Pobre de virtudes, pobre de méritos. Eu preciso de ti, Senhor, preciso de teus dons, de tua força, preciso estar continuamente na tua presença. Sei que estás continuamente em mim, mas eu nem sempre me apercebo disso, nem sempre deixo-me guiar por tuas moções e inspirações". Temos tanto medo de não ser felizes que acabamos por desprezar aquele Único que nos pode trazer a felicidade. Quem somos nós para recusar os dons de Deus? Como ousar dizer que não necessitamos dos dons divinos ou, pior, trocá-los pelos dons dos homens? Como preferir a sabedoria deste mundo à Sabedoria que vem do Espírito Santo? Seria incoerência querer galgar os cumes da sabedoria deste mundo sem buscar a ciência de Deus acima de tudo. Lembro-me agora do que disse Jesus: "Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, por teres ocultado isto aos sábios e inteligentes e por tê-lo revelado aos pequeninos" (Lc 10,21). Como temer a Deus se não nos preenchemos de seu Amor? Sem o Amor de Deus nos nossos corações, a nossa fidelidade é legalismo e o nosso zelo é orgulho. "Sim, Senhor, sem os teus dons, nada sou, e ainda sou um nada soberbo!". "Espírito Santo, Tu és meu consolo".

Há tantas tristezas nesta vida... Tantas dores e tribulações... Mas não há dor maior que aquela dor escondida dos que não amam a Deus.
O Espírito Santo é o nosso consolo, é aquele que nos diz: "Não temas, o Pai te ama"! "Sim, Senhor, e tu não estás distante. Não és uma força estranha, alheia, fora de mim. Não, tu moras em mim.

És o doce Hóspede da alma. Estais tão perto, não preciso buscar longe, esforçar-me para te encontrar". Saber que Deus está tão perto de nós, que habita em nós, é o grande consolo de nossa alma vacilante, insegura.

O Espírito Santo é o nosso "descanso no trabalho". Como diz o salmista: "É inútil levantar de madrugada ou até à noite retardar nosso repouso quando aos seus amados Deus concede o pão enquanto dormem" (Sl 127,2).
Sim, é inútil ganharmos o mundo com nossas próprias forças se viermos a perder Deus, é inútil a aflição se podemos a Ele tudo confiar e esperar.

O Espírito é nossa brisa leve. "Por isso, eu vos peço, Senhor, com todas as forças do meu ser: incendiai o meu coração com a chama do teu amor. Sim, incendiai! Que meu coração arda de amor". "Sem a tua Luz que acode, nada o homem pode, nenhum bem há nele.

Então, enche-me de ti! Lava-me, purifica-me, rega a minha alma para que eu possa dar os verdadeiros frutos de santidade que só brotam do coração que ama.
Cura-me, Senhor, não permitas que minhas feridas e mazelas me prendam em mim mesmo e longe de ti". Quantas vezes também declaramos que temos o coração muito duro, mas só o Espírito pode transformar essa realidade, só Ele arranca do nosso peito o coração de pedra e nos dá um coração novo, um coração de carne.

Renovemos a nossa fé. Muitas vezes pedimos algo a Deus sem esperar de fato receber aquilo que pedimos. Ele é Deus, Deus nos ama e é capaz de nos fazer santos. A santidade não é um alvo impossível, precisamos crer nisso verdadeiramente. Não é por nossas forças, é pelo poder de Deus e a nós cabe apenas desejar, abrir o nosso coração para a ação do Espírito Santo, ser dóceis ao Amor.
Fonte: Arquivo Shalom

Por fim, oremos junto com a Santa Igreja:

Espírito de Deus,

enviai dos céus

um raio de luz!

Vinde,

Pai dos pobres,

dai aos corações

vossos sete dons.

Consolo que acalma,

hóspede da alma,

doce alívio, vinde!

No labor descanso,

na aflição remanso,

no calor aragem.

Enchei,

luz bendita,

chama que crepita,

o íntimo de nós!

Sem a luz que acode

nada o homem pode,

nenhum bem há nele

Dobrai o que é duro

guiai no escuro

o frio aquecei

Dai em prêmio ao forte

uma santa morte,

alegria eterna.

Amém.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

VINDE ESPIRITO SANTO! VINDE COMO EM PENTECOSTES !

VEM ESPÍRITO SANTO DE DEUS...
VEM DO CÉU..
ABRI-ME PARA O AMOR..
ABRI-ME PARA A LUZ..
VINDE ESPIRITO
SANTO DE DEUS..

O Céu se abre

Hoje o céu,
Se abre pra derramar
Sobre os corações toda a graça do Pai
Eu também quero me derramar
De todo o meu coração nos Braços do Pai
Vem Espírito Santo
Com teu poder, tocar meu ser Fluir em mim
Vem Espírito Santo
Com teu poder tocar meu ser Fluir em mim
Hoje eu posso ser,
Um novo Homem pelo teu poder, renascer
Hoje eu posso ser,
Um novo Homem pelo Teu poder, renascer
Hoje eu posso ser,
Um novo Homem pelo Teu poder, renascer
Hoje eu posso ser,
Um novo Homem pelo Teu poder, renascer
Vem Espírito Santo
Com teu poder tocar meu ser Fluir em mim
Vem Espírito Santo
Com teu poder tocar meu ser Fluir em mim

quarta-feira, 22 de abril de 2009

VINDE ESPIRITO SANTO DE DEUS ! VINDE COMO EM PENTECOSTES !



VINDE ESPÍRITO SANTO DE DEUS !
VEM EM NOME DE JESUS!
VINDE COMO EM PENTECOSTES!
VINDE EM NOSSO DIA A DIA,
EM NOSSOS AFAZERES,
EM NOSSA CAMINHADA
VEM E BATIZA-NOS,
COM TEU ESPÍRITO SANTO !
Batiza-me Senhor no Teu Espírito
pois minh alma sedenta está.
Vem oh! Água viva ,
oh! Água pura
fecundar meu coração.
Vem oh! Água viva ,
oh! Água pura
transformar meu coração.
Cura-me Senhor no Teu Espírito
pois meu coração ferido está.

terça-feira, 21 de abril de 2009

VINDE ESPIRITO SANTO DE DEUS ! VINDE PENTECOSTES !

JESUS RESSUSCITOU... ALELUIA...
VENCEU A MORTE COM AMOR !
VINDE MESTRE...
DAI-ME O ESPÍRITO SANTO
QUE PROVÉM DO AMOR DE DEUS EM VÓS !
VINDE ESPÍRITO SANTRO DE DEUS!

domingo, 12 de abril de 2009

JESUS RESSUSCITOU, ALELUIA !

"Ele não está aqui, mas ressuscitou" (Lucas 24:6). Jesus ressuscitou! Ressuscitou! Essa palavra ressoa poderosamente atravessando os séculos. Ela pode ter sido a palavra mais poderosa que jamais foi pronunciada. Entre todas as grandes proclamações da História, nenhuma se compara, em grandeza de significação a esta simples afirmação. Esta declaração levou o espanto e a alegria aos seguidores de Jesus. Ela se tor-nou o assunto cen-tral da pregação apostólica. De fato, cada ponto da Bíblia gira em volta desta ressurreição vitoriosa de Jesus Cristo, deixando a sepultura e o poder do diabo que essa sepultura representava. Jesus ressuscitou!

Por causa da ressurreição de Jesus, podemos ter fé, esperança e salvação do pecado. Porque Jesus conquistou a morte, podemos aguar-dar uma vitória eterna sobre a prisão da cova (cf. 1 Coríntios 15). Com este milagre Deus oferece a maior prova da Sua existência, de Seu poder, de Sua pureza e de Seu amor. Tudo o que é bom em Deus é resumido na força desta declaração: Jesus ressus-citou! Todas as nossas esperanças na eternidade estão contidas nesta simples expressão de triunfo.

Agradeçamos a Deus pelo fato maravilhoso que é a ressurreição de Jesus. Tomemos a resolução de viver cada dia como se-guidores vitoriosos de nosso triunfante Senhor, de maneira que possamos elevar-nos para estar com Ele na Eternidade.

Que estas palavras soem claramente em nossos ouvidos: Jesus ressuscitou!

sábado, 11 de abril de 2009

VIGILIA PASCAL: JESUS VENCEU A MORTE ! ALELUIA !

Nesta noite santa em que o céu assume a terra e a terra assume o céu, em que o Redentor da Humanidade abandona o vale das trevas e das lágrimas para adentrar aos umbrais da luz e da alegria, com a bendita e gloriosa Ressurreição somos convidados a refletir sobre a Reconstituição do Rebanho de Cristo, o Salvador.
A comemoração da Ressurreição do Cristo ocorre, desde a mais remota memória da Tradição Católica, na noite de sábado para domingo, pois na manhã do domingo – primeiro dia da semana – o Senhor já não está no sepulcro.

Além disto, e não obstante a Páscoa judaica ter uma outra data – seria a mesma data da última Ceia – a tradição cristã associou a noite da Ressurreição à noite da Páscoa descrita em Ex 12,42, “uma noite de vigília em honra do Senhor”.

É a noite da libertação. E mais ainda: esta noite ganha o sentido de uma recapitulação do universo, o começo da criação nova e escatológica, pois o Senhor Ressuscitado é a primícia da nova criação. A Ressurreição de Jesus é o penhor da renovação do universo.

A Igreja, rica em sua tradição, diz que esta noite é em honra do Senhor. Os fiéis trazendo na mão – segundo a exortação do Evangelho de Lucas(Lc 12,35ss) – a vela acesa, assemelham-se aos que esperam o Senhor ao voltar, para que, quando ele chegar, os encontre ainda vigilantes e os faça sentar-se à sua mesa.

A Liturgia Sagrada desta Vigília Pascal deve falar por si mesma: com sensibilidade artística, se deve representar o Mistério da nova luz que surge das trevas: Cristo que venceu a morte e o pecado. Os fiéis se unem a este Mistério, acendendo uma vela na luz do círio pascal, quando de sua entrada triunfal na Igreja: é a participação da vida ressuscitada do Senhor.

Assim se expressou, anos atrás, no jornal A FOLHA DE SÃO PAULO, o saudoso e magno falecido Arcebispo Primaz de Minas Gerais, expoente da Companhia de Jesus, DOM LUCIANO PEDRO MENDES DE ALMEIDA, SJ: “ Na noite do Sábado Santo, as comunidades cristãs celebram a Solene vigília Pascal, a liturgia da ressurreição de Cristo, vencedor do pecado e da morte. É muito expressivo o simbolismo das trevas e da Luz.

Após as leituras do Antigo e do Novo Testamento, que, narram o desígnio divino da Salvação, a comunidade reunida aguarda na escuridão do recinto sagrado a entrada festiva do Círio da Páscoa.

A luz de Cristo, com cantos de aleluia, é aclamada com alegria, sinal de vida e esperança para a humanidade”.

Depois das leituras do Antigo Testamento com seus respectivos responsórios e orações, entoa-se o Glória, com acompanhamento de instrumentos e sinos, a expressão maior da vitória da graça sobre o pecado, da vida sobre a morte. Prossegue-se com a Oração Inicial da Missa, que por si só ilumina todo o esplendor desta Celebração: “Ó Deus, que iluminais esta noite santa com a glória da ressurreição do Senhor, despertai na vossa Igreja o espírito filial, para que, inteiramente renovados, vos sirvamos de todo o coração”.Uma alusão ao nosso batismo, que tradicionalmente ocorre nesta noite e em função da qual é concebida também a leitura de Rm 6,3-11, comparando o batismo como uma descida no sepulcro, para daí corressuscitar com Cristo: o homem velho é crucificado; revestimo-nos do homem novo; pecado e morte já não reinam sobre a humanidade, sobre cada um de nós.

A leitura que há pouco refletimos, retirada de São Paulo(cf. Rm 6,3-11) comparava-nos a Jesus e dizia que, pelo batismo, nós mergulhamos com Cristo na morte e com ele fomos sepultados. E pela força do batismo, como Cristo pela força divina, com ele ressuscitamos. São Paulo usou uma expressão que nós entendemos muito bem, porque faz parte de nosso dia a dia: “Solidários na morte, solidários na ressurreição”. Todos, e cada um de nós em particular, fomos beneficiados com a ressurreição de Jesus nessa madrugada da páscoa. Por isso, nossa alegria não nasce apenas da vitória de Jesus sobre a morte, mas da certeza de que não morreremos para sempre, tendo, a partir desta noite bendita, a garantida da VIDA ETERNA.

Depois desta leitura a liturgia faz uma pausa, como pudemos sentir, chegado o grande momento do Cântico do aleluia é cantado solenemente por três vezes, entoando o salmo que canta as glórias desta noite santa. Estamos no meio da noite.

De uma noite muito especial e santíssima: à noite da ressurreição. Acendendo o fogo e o Círio Pascal, celebramos a luz. Luz significa presença amorosa de Deus. Luz significa a salvação, a morte para o pecado e para as trevas. As palavras que iluminam este noite santas são a do próprio ressuscitado: “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida”, expressam a divindade de Cristo e a salvação que trazia à humanidade. Jesus podia ter dito essas palavras nessa madrugada da Páscoa, ao sair da sepultura. Porque em sua ressurreição, o Senhor, quis compartilhar conosco tanto a divindade quanto à salvação, ou seja, a comunhão com Deus.

O Evangelho(cf.Mc 16,1-7) nos apresenta uma recomendação que deve ser dada a três Marias de transmitir aos apóstolos que fossem a Galiléia o que viram: No Evangelho, retirado de Marcos, a famosa conclusão breve de Marcos parece, inicialmente, pouco apta para a pregação. Termina aparentemente de maneira pouco pascal, pelo silêncio das mulheres – por medo – a respeito do sepulcro vazio e a mensagem do anjo. Mas, quem sabe que, para Marcos, Jerusalém é o lugar da incredubilidade e a Galiléia o lugar da fé do pequeno rebanho, entende que o anúncio da ressurreição não foi feito logo em Jerusalém, mas primeiro se devia reconstituir o rebanho na Galiléia, precedendo o bom pastor, que deve reunir o rebanho escatológico: Jesus Cristo ressuscitado.

Agora já não somos mais ovelhas sem pastor. Somos ovelhas reunidas perante o grande e único pastor: o Redentor que ressuscitou para salvar nossos pecados.Vivemos a páscoa que quer significar passagem, que quer significar a vida da graça em Deus. Que a água consagrada para ao batismo e a renovação das promessas solenes, bem como a Ladainha de todos os Santos, que anteriormente rezamos, nos faça mais fieis ao projeto de Deus Pai que nos criou, a Deus Filho, que nos redimiu no sangue de sua cruz e conquistou para nós, na ressurreição, a vida plena e eterna; a Deus Espírito Santo, que Jesus nos dá, para que possamos ser filhos da verdade e possamos, o quanto à criatura humana for capaz, “compreender a largura, o cumprimento, a altura e a profundidade” do amor do Senhor morto e ressuscitado para conosco.

Meus queridos irmãos,Nesta noite santa celebramos a vitória da vida, da vida em abundancia que vem da vitória da graça sobre o pecado. Páscoa bendita da libertação, não uma libertação política, mas uma libertação escatológica. Cristo com a ressurreição é o Senhor da História, como eleição gratuita de Deus. Por esta morte bendita e, ainda mais, pela sua ressurreição todos nós, sem exceção, devemos dar testemunho de seu Evangelho diante do mundo. Devemos ser uma comunidade que testemunha e vive a Ressurreição.

Bento XVI na Vigília Pascal de 2008 assim se expressou: “Na Igreja Antiga, havia o costume de o Bispo ou o sacerdote, após a homilia, exortar os crentes exclamando:

“Conversi ad Dominum – agora voltai-vos para o Senhor”.

Isto significava, antes de mais, que eles se viravam para o Oriente – na direção donde nasce o sol como sinal de Cristo que volta, saindo ao seu encontro na celebração da Eucaristia. Nos lugares onde isso, por qualquer razão, não era possível fazer-se, os crentes voltavam-se para a imagem de Cristo na ábside ou para a cruz, a fim de se orientarem interiormente para o Senhor. Com efeito, em última análise era deste facto interior que se tratava: da conversio, de voltar a nossa alma para Jesus Cristo e, n’Ele, para o Deus vivo, para a luz verdadeira. Com isto estava ligada também a outra exclamação, que ainda hoje é dirigida à comunidade cristã, antes do Cânone:
“Sursum corda – corações ao alto”,

fora de todos os enredos das nossas preocupações, dos nossos desejos, das nossas angústias, do nosso alheamento – ao alto, os vossos corações, o vosso íntimo! Nas duas exclamações, somos de algum modo exortados a uma renovação do nosso Baptismo: Conversi ad Dominum – sempre de novo nos devemos afastar das direcções erradas, em que tão frequentemente nos movemos com o nosso pensar e agir. Sempre de novo nos devemos voltar para Ele, que é o Caminho, a Verdade e a Vida. Sempre de novo nos devemos tornar “convertidos”, com toda a vida voltada para o Senhor. E sempre de novo devemos deixar que o nosso coração seja subtraído à força da gravidade, que o puxa para baixo, e levantá-lo interiormente para o alto: para a verdade e o amor. Nesta hora, agradeçamos ao Senhor, porque Ele, com a força da sua palavra e dos sacramentos sagrados, nos orienta na justa direcção e atrai para o alto o nosso coração. E rezemos-Lhe deste modo: Sim, Senhor, fazei que nos tornemos pessoas pascais, homens e mulheres da luz, repletos do fogo do teu amor. Amen”.

Páscoa não apenas um dia no calendário da Sagrada Liturgia, mas uma constante renovação da vida, que nesta noite santa, nos libertou do império da morte que ameaça a dignidade dos homens.Celebrando esta Páscoa do Senhor cantamos antecipadamente a vitória de todos os que lutam pela vida, inclusive dando a sua própria vida em benefício da edificação do Reino de Deus em nós.Aleluia, que esta noite sacramento, sacramento de vida eterna nos faça cada vez mais buscar enxergar no pobre e no excluído o rosto do Senhor Ressuscitado.

Amém, aleluia!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

JESUS MORRE NA CRUZ !

O RELÓGIO DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
14:00 ÀS 15:00 hs. JESUS MORRE NA CRUZ.
Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado. Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniqüidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas. (Is 53, 4-5)

A QUINTA PALAVRA
Estendo para vós os braços; minha alma, como terra árida, tem sede de vós. Apressai-vos em me atender, Senhor, pois estou a ponto de desfalecer... (Sal 142, 6-7)
Em seguida, sabendo Jesus que tudo estava consumado, para se cumprir plenamente a Escritura, disse: Tenho sede. (Jo 19,28)

O VINAGRE
Na Minha sede deram-ME vinagre” (Sal 69, 22)
Havia ali um vaso cheio de vinagre. Os soldados encheram de vinagre uma esponja e, fixando-a numa vara de hissopo, chegaram-lhe à boca. (Jo 19, 29)

A SEXTA PALAVRA
"... e por meio Dele o desígnio de DEUS há de triunfar”. (Is 53, 10)
Havendo Jesus tomado do vinagre, disse: Tudo está consumado. (Jo 19, 30)

RASGOU O VÉU DO TEMPLO
Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros... Com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna. (Heb 9, 11-12)
O véu do templo rasgou-se então de alto a baixo em duas partes. (Mc 15, 38)

A SÉTIMA PALAVRA DE JESUS NA CRUZ
Mas eu, confiado na vossa justiça, contemplarei a vossa face; ao despertar, saciar-me-ei com a visão de vosso ser. (Sal 16, 15)
“Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lc 23, 46)

A MORTE DE JESUS
...Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados - o Justo pelos injustos - para nos conduzir a Deus. Padeceu a morte em sua carne.. (1 Ped 3, 18)
Jesus de novo lançou um grande brado, e entregou a alma. (Mt 27, 50)
“Nisto conhecemos o amor: ELE deu a sua vida por nós.” (1 Jo 3, 16)
“Inclinou a cabeça e rendeu o espírito.” (Jo 19, 30


Como a Sexta-Feira Santa é feriado, deveríamos aproveitá-la para dedicar-nos aos acontecimentos sagrados que celebramos na liturgia da tarde. Esse poderia ser um dia muito especial. Muitos o tomam como um dia de silêncio, permanecem calados durante o café da manhã, e ouvem uma música que combine com a situação. Um café da manhã em silêncio une a família de um jeito diferente do que acontece com as conversas dos dias normais. Muitos jejuam durante a Sexta-Feira Santa. Comem apenas pão seco ou se limitam a tomar líquidos. Faz bem à alma afastar esse dia da rotina de sempre, cumprir nossos próprios rituais de Sexta-Feira Santa, enquanto indivíduo e enquanto família. Algumas famílias rezam juntas os Salmos ou meditam juntas sobre o calvário.O ponto alto da Sexta-Feira Santa é a liturgia às 15 horas, a hora em que Jesus morreu. É uma celebração antiga e tradicional entre os católicos; não se trata de uma celebração eucarística, mas de uma liturgia marcada somente pela palavra, por cânticos e ritos. Ela começa com um longo silêncio, durante o qual o sacerdote e os auxiliares permanecem deitados no chão. Com esse gesto inusitado, os celebrantes da liturgia expressam a idéia de que só conseguimos nos aproximar do mistério da morte de Jesus na cruz quando estamos em silêncio. Em seguida, o texto da Paixão segundo o Evangelho de São João é lido em voz alta ou cantado. João descreve a Paixão de Jesus de maneira semelhante ao que fazem os sinóticos: com a prisão, interrogatório pelos sacerdotes no Templo, interrogatório por Pilatos, flagelação e crucificação. Jesus, no entanto, percorre soberano essas estações de seu sofrimento. Desde o início João deixa claro quem é esse homem que os milicianos aprisionam. Diante dele caem por terra, e vêem-se obrigados a prestar-lhe homenagem como rei verdadeiro. Pilatos tenta intimidar Jesus. Mas mesmo detendo o poder político, ele surge diante de Jesus como impotente e fraco. Jesus menciona a razão de sua própria soberania: "Minha realeza não é deste mundo" (Jô 18,36). A dignidade de Jesus não é deste mundo. Ele desceu do céu para a terra. O mundo não tem nenhum poder sobre ele, mesmo que por fora pareça ser assim.Não ouvimos o relato da Paixão de Jesus para admirá-la, mas para meditar em Jesus Cristo sobre a superação do próprio sofrimento.

Vivenciamos em nossa vida as mesmas estações de sofrimento que Jesus percorreu antes de nós. Somos presos, condenados, mal compreendidos, feridos, expulsos e por fim somos pregados na cruz de nossas próprias contradições. Lá avançaremos solitários pelos portões da morte adentro. Mas em tudo isso vale também para nós o fato de termos em nós uma realeza que não é deste mundo, o fato de haver algo divino em nós, algo que não se submete a nenhum poder deste mundo. Isso nos dá a confiança de que seguiremos nosso caminho rumo à glória de Deus com liberdade e dignidade, ao lado de Jesus.Depois das grandes preces nas quais a Igreja reza por todas as pessoas do mundo, a veneração da cruz constitui o ponto alto da liturgia da Sexta-Feira Santa. Não se venera a cruz como símbolo de sofrimento, mas como imagem de nossa salvação. A cruz é sinal de que Cristo assumiu todas as contradições da condição humana e transformou-as por meio de seu amor, que ele demonstrou ter por nós, até sua consumação na cruz. Nada mais em nós está excluído desse amor de Deus. Tudo em nós foi tocado por esse amor, que fulgura de maneira mais clara por intermédio do Filho de Deus que pende na cruz. É por isso que, diante da cruz, proclamamos nossa alegria pelo amor de Jesus, cantando: "Veneramos vossa Cruz, ó Senhor, proclamamos e louvamos vossa ressurreição santíssima: pois vede, através do lenho da cruz a alegria chegou ao mundo".A cruz não quer oprimir, mas elevar; não quer ferir, mas curar; não quer sobrecarregar, mas tornar a carga mais leve. Na cruz vemos o mistério de nossa salvação e libertação.


Eis-me aqui, meu bom e dulcíssimo Jesus!
Humildemente prostrado em vossa presença
vos peço e suplico com todo fervor de minha alma,
que vos digneis gravar no meu coração
os mais vivos sentimentos de fé,
esperança e caridade e de verdadeiro
arrependimento de meus pecados,
e firme propósito de emendar-me.
Em espírito contemplo com grande afeto e dor,
as vossa cinco chagas,
tendo presentes as palavras que já o profeta
Davi punha em vossa boca, bom Jesus:
Transpassaram as minhas mãos e os meus pés
e contaram todos os meus ossos.

AMÉM

quinta-feira, 9 de abril de 2009

QUADRAGÉSIMO TERCEIRO DIA DA QUARESMA : SEMANA SANTA: QUINTA FEIRA SANTA: INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA!

Quando chegou o momento de Sua partida para a eternidade, JESUS bondade infinita nos ofereceu o melhor presente: instituiu a Sagrada Eucaristia, Presença Real DELE Mesmo com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Hóstia e no Vinho Consagrados. Esta foi à maneira sensível que o SENHOR JESUS escolheu para permanecer junto do povo que ELE Salvou e Redimiu.
ELE é verdadeiramente o pão descido do Céu, alimento espiritual, força e inspiração para a humanidade na caminhada existencial, poderoso elo que une e congrega todos os fieis ao redor de um único Altar até a consumação dos séculos, porque é DEUS com o PAI e o ESPÍRITO SANTO.
São Mateus registrou aquele inesquecível momento escrevendo as palavras que JESUS falou:
"Enquanto comiam (a Ultima Ceia), JESUS tomou um pão e, tendo abençoado, partiu e, distribuindo aos discípulos, disse: Tomai e comei, isto é o Meu Corpo . Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lhos dizendo: dele Bebei todos, pois isto é o Meu Sangue, o Sangue da Aliança, (nova Aliança) que é derramado por muitos para remissão dos pecados". (Mt 26,26-28)
São Marcos registrou assim:
"Enquanto comiam, ELE tomou um pão, abençoou, partiu-o e distribuiu-lhes, dizendo: Tomai isto é o Meu Corpo. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lhes, e todos dele beberam. E disse-lhes: Isto é o Meu Sangue, o Sangue da Aliança (nova Aliança), que é derramado em favor de muitos". (Mc 14,22-24)
São Lucas anotou as seguintes palavras do SENHOR:
"E tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles, dizendo: Isto é o Meu Corpo que é dado por vós. Fazei isto em Minha memória. E, depois de comer, fez o mesmo com o cálice, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue, que é derramado em favor de vós". (Lc 22,19-20)
São Paulo descreve como JESUS lhe ensinou:
"Com efeito, eu mesmo recebi do SENHOR o que vos transmiti: na noite em que foi entregue o SENHOR JESUS tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o Meu Corpo, que é para vós; fazei isto em memória de MIM. Do mesmo modo, após a Ceia, também tomou o cálice, dizendo: Este cálice é a nova Aliança em Meu Sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de MIM". (1Cor 11,23-25)
O Apóstolo São João que estava ao lado do Mestre descreveu assim as palavras que JESUS pronunciou na Última Ceia:
"Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a Carne do FILHO do Homem e não beberdes o seu Sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue tem a vida eterna e EU o ressuscitarei no último dia. Pois a Minha Carne é verdadeira comida e o Meu Sangue, verdadeira bebida. Quem come a Minha Carne e bebe o Meu Sangue permanece em MIM e EU nele". (Jo 6,53-56)
As palavras de JESUS são claras e compreensíveis. Naquele momento de despedida criou o misterioso Fenômeno da Transubstanciação, que acontece em todas as Santas Missas no instante da Consagração. As espécies de pão e vinho são transformadas pelo ESPÍRITO SANTO no seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, mantendo, entretanto a aparência original das mesmas espécies.
Isto significa dizer, que verdadeiramente JESUS está presente na Hóstia Consagrada, em Pessoa e Divindade. Então, a Sagrada Comunhão não pode e não deve ser considerada como um "símbolo" ou como uma "representação" do SENHOR, porque é ELE Mesmo. O SENHOR está Realmente Presente na menor fração de uma Partícula Consagrada, em todos os sacrários do mundo. Está sempre disponível para saciar a fome espiritual, iluminar as almas, acolher as súplicas e preces de todos que buscam o seu auxílio, ajudando e inspirando ao longo da existência, protegendo e defendendo as pessoas contra as insídias de Satanás e consolando-as nos reveses da vida. Cheio de amor e misericórdia ELE Se apresenta modestamente numa partícula de trigo e água e no vinho consagrado. Nesta simplicidade ELE esconde todo o seu poder e a sua divindade. Porque ELE quer que cada um de nós, O procure não com pompas e falatórios, mas com humildade, reconhecendo as próprias fraquezas e limitações. Assim, prostrados diante DELE, conscientes de nossa insignificância e de nosso nada, com simplicidade de coração devemos manifestar a súplica mais sincera, para alcançarmos DELE as graças que emanam do Seu Divino e imenso Amor.
Esta realidade sinaliza ao raciocínio a necessidade de cada pessoa procurar aumentar cada vez mais, de alguma forma, a intensidade da atenção e do afeto que devemos dedicar ao SENHOR. Não como atitude pensada, programada e interesseira, mas como gesto normal, gerado de dentro para fora, do interior de nosso coração para o Coração do CRIADOR, um procedimento consciente, que deve ser cultivado habitualmente. Esta preocupação representará uma continua e permanente oração a DEUS, oração perseverante que deve ser modulada e adornada com as preces que recitamos todos os dias. Isto, para que elas sejam a nossa resposta de amor, num carinhoso tributo de agradecimento, por todos os bens que ELE nos proporciona, inclusive pelo dom da própria vida.